domingo, fevereiro 28, 2010

NELSON RIOS - UM TESTEMUNHO DE VIDA


As horas acertaram a vida do consertador de relógios. Além dos ponteiros que colocou em ordem, deu corda na própria história. Miudinho, falante, destemido, há 47 anos ele está ali, no mesmo lugar, dando sentido ao tempo - aquele que modifica rumos, altera trajetórias, apaga, renova, segue. Sempre segue. E foi assim que ele resolveu viver: seguindo, como os segundos, os milésimos de segundos que nunca deixou parar. Esse é Nelson, baiano, filho de um telegrafista e de uma costureira, irmão de Zenilde, casado com a goiana Lílian, pai de três filhos, cinco netos. Nome completo: Nelson Rios. Profissão: relojoeiro.

Era 1935. Nascia, na distante Pirituba, perto de Jacobina, distante 400km de Salvador, o homem que faria, anos depois, um pacto com o tempo. Inquieto desde sempre, viu um primo mais velho mexer com relógios. Curioso, ficou perto. Menino de calças curtas, pediu para ver o que ele fazia. "Comecei a futucar relógio", conta. Joel, o primo, incentivou. Passaram-se seis meses. Joel sofreu um acidente de carro. E o menino de calças curtas assumiu o ofício de gente grande. Virou um consertador das horas.

Aos 15 anos, em 1950, mudou-se para Salvador. "Lá, fui trabalhar numa relojoaria e me especializei com o Arcanjo, um dos mais afamados relojoeiros da época. Aprendi tudo dentro da oficina", diz. Ao mesmo tempo que não deixava as horas pararem, tocava os estudos. Terminou o ginásio e começou a fazer o curso normal. Um dia sonhou ser professor. Mas parou no segundo ano. Com um cunhado, montou uma oficina no Largo de São Francisco. Ali consertava relógios e vendia peças trazidas do Rio de Janeiro e São Paulo. Logo virou uma das lojas mais procuradas na capital baiana.

Passaram-se 12 anos. Um dia, em 1962, Nelson resolveu conhecer a terra de JK. Disseram-lhe que aqui ele poderia crescer ainda mais. A cidade começava. Tudo daria certo. Em janeiro do ano seguinte, aos 27 anos, o baiano de Pirituba juntou as economias que guardou ao longo de todos os anos consertando relógios e se mudou para Brasília. Alugou uma lojinha na 311 Sul. Morou na parte de cima dela. Foi o sétimo comerciante do lugar. "A gente catava freguês. Não tinha movimento".

Foi ali que montou sua relojoaria. Começava naquele janeiro de 1963 a saga do homem que fez do tempo o aliado. E sabe, como poucos, que elas, as horas, passam como o vento. "Elas não voltam nunca mais", diz. Aqui, na terra que lhe daria prosperidade, Nelson conheceu sua Lílian, a mulher e mãe de seus três filhos. "Aos 33 anos, com a idade de Cristo, me casei", ri. Enquanto ele consertava relógios, ela terminava os estudos na Universidade de Brasília. A mulher do consertador de relógios virou professora e técnica em educação. "Eu cheguei a trabalhar 12 horas por dia. Foi muito sacrifício, mas sempre me deu prazer. Não tem preço pegar um relógio todo arrebentado e colocar ele funcionando."

Os negócios se expandiram. A Relojoaria Rios abriu uma filial no Conjunto Nacional. "Foi a primeira do shopping", conta. Ao mesmo tempo, tentou levar o comércio a Taguatinga - hoje, ambas estão fechadas. Permaneceu apenas a da 311 Sul, onde a história de Nelson realmente pode ser contada. Há 47 anos, ele abre suas portas às 7h30 da manhã. Vai embora no fim do dia, com a sensação de que as horas sempre mudam o rumo das coisas.

COMO UM PACIENTE

Visitar a oficina de Nelson é como voltar no tempo. No subsolo da loja, centenas de relógios seculares e únicos esperam conserto - alguns de valor inestimável pela história que carregam. Para dar conta do ofício, ele conta com a ajuda do amigo de 47 anos, um homem que entende de horas como ele. Rui José Dias, goiano de 66 anos, encara o ofício como disposição juvenil. "Consertar relógio é manter a vida. É estar de acordo com o tempo. Uma terapia", reflete o relojoeiro de sorriso simpático e gestos delicados.

Por ali já passaram relógios ilustres e um pouco dos rumos do país e alguns dos seus períodos mais emblemáticos. As horas dos ex-presidentes Ernesto Geisel, João Batista Figueiredo e José Sarney foram acertadas ali, naquele subsolo cheio de tempo e delicadezas. "Dona Marly Sarney mandava o motorista trazer os relógios pro conserto", conta Nelson. Tem até um Martionot (legítimo relógio francês movido a corda) à espera de conserto. A peça faz parte do acervo do Palácio da Alvorada, residência oficial dos presidentes da República.

Parou por aí? Não. O homem que manteve o governador Arruda preso - Marco Aurélio Mello, ministro do Superior Tribunal Federal - também usa os serviços das mãos mágicas e precisas do relojoeiro Rui. "Vou à casa dele, no Lago Sul, para consertar um relógio de pedestal, de 2,20m", diz. E elogia, com voz pequena e elegância que faz lembrar o cantor Paulinho da Viola: "O ministro é um homem muito educado. Me deu um exemplar da Constituição brasileira".

Vendendo peças e principalmente consertando relógios seculares, Nelson formou os filhos e construiu seu patrimônio. Hoje mora numa casa confortável no Lago Sul e colocou o canudo na mão de cada um deles. "Uma é enfermeira, outra bancária e o rapaz, o caçula, é músico. Ele mora nos Estados Unidos", detalha o relojoeiro, orgulhoso do que pôde fazer pela família. Hoje, aos 75 anos, Nelson não mais conserta como antigamente. Mas nunca parou. "Todo dia eu mexo numa coisinha. Acerto os relógios. Só descanso no domingo."

Apaixonado pela profissão, o relojoeiro compara o ofício ao trabalho de um médico. "Consertar um relógio é como cuidar de um paciente. Cada detalhe é importante. E se faz tudo para não deixar que morra." E se morre, se o relógio para de vez? Ao contrário do paciente humano, o do relojoeiro sempre ressuscita. Em outro. "A gente reaproveita o que pode e faz com que volte a funcionar. O que não pode parar são as horas."

OFÍCIO EM EXTINÇÃO

Nelson e Rui temem pelo futuro de todos os "pacientes", aqueles que contaram o tempo de uma gente que nem mais existe. "O jovem da cidade grande não quer mais aprender o trabalho. Às vezes, o do interior ainda se interessa porque é o ofício que vai ter", constata Rui. Nelson emenda: "Vai chegar um dia em que todos eles (os relógios) irão parar por falta de quem saiba mexer neles. Não haverá substituto".

É meio-dia. As centenas de relógios do subsolo badalam as horas. É como se tudo, contraditoriamente, parasse. O silêncio - embalado pelas batidas das cordas e pêndulos - faz perceber que as horas realmente existem. "Esse barulhinho me faz bem", admite Nelson. Rui limpa os relógios com se limpasse ouro. E filosofa: "A hora é necessidade. Se a gente perde o tempo dela, não recupera nunca mais".

O miudinho Nelson, ainda com sotaque baiano bem marcante, continua, espantado com tanta hora que passou sem perceber: "Cheguei aos 75 anos e nem vi". Em seguida, confessa, emocionado: "Não tenho medo do tempo nem das horas. Ele (o tempo) não nos pertence". Rui, o amigo fiel, também entende disso.

O homem que passou cada segundo de sua vida cuidando das horas alheias gosta de viajar. Recentemente, foi aos os Estados Unidos, para visitar o filho músico. "A primeira coisa que faço é entrar em loja de relógios. Gosto de ver tudo. Fomos a um museu em Los Angeles e fui direto aos relógios antigos." O homem que conhece relógios como poucos tem muitos deles? "Não. Uns três ou quatro", diz. No braço esquerdo, usa um suíço Bulova. "Não foi caro, não. Custou menos de 200 dólares. Comprei na viagem aos Estados Unidos."

Hora do almoço. Nelson precisa se alimentar. De calça preta, celular pendurado ao cinto e sandálias de couro nos pés miudinhos, segue para um self-service da quadra. O expediente, como as horas, tem que continuar. Ele aprendeu que tudo, principalmente o tempo, é inexorável. Esta é a história do homem que acertou ponteiros como acertou a própria vida. Sem deixar que ela se atrasasse um só segundo.

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Reportagem de capa do jornal Correio Brasiliense do dia 28/02/2010. Nelson Rios é presbítero emérito da Igreja Presbiteriana de Brasília. Nosso tio, irmão e grande amigo!
Veja a reportagem na página do jornal clicando AQUI

sábado, dezembro 19, 2009

O passarinho engaiolado

A liberdade é um risco que devemos correr......
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"Dentro de uma linda gaiola vivia um passarinho. De sua vida o mínimo que se poderia dizer era que era segura e tranqüila, como seguras e tranqüilas são as vidas das pessoas bem casadas e dos funcionários públicos.

Era monótona, é verdade. Mas a monotonia é o preço que se paga pela segurança. Não há muito o que fazer dentro dos limites de uma gaiola, seja ela feita com arames de ferro ou de deveres. Os sonhos aparecem, mas logo morrem, por não haver espaço para baterem suas asas. Só fica um grande buraco na alma, que cada um enche como pode. Assim, restava ao passarinho ficar pulando de um poleiro para outro, comer, beber, dormir e cantar. O seu canto era o aluguel que pagava ao seu dono pelo gozo da segurança da gaiola.

Bem se lembrava do dia em que, enganado pelo alpiste, entrou no alçapão. Alçapões são assim; têm sempre uma coisa apetitosa dentro. Do alçapão para a gaiola o caminho foi curto, através da Ponte dos Suspiros.

Há aquele famoso poema do Guerra Junqueira, sobre o melro, o pássaro das risadas de cristal. O velho cura, rancoroso, encontrara seu ninho e prendera os seus filhotes na gaiola. A mãe, desesperada com o destino dos filhos, e incapaz de abrir a portinha de ferro, lhes traz no bico um galho de veneno. Meus filhos, a existência é boa só quando é livre. A liberdade é a lei. Prende-se a asa, mas a alma voa... Ó filhos, voemos pelo azul!... Comei!

É certo que a mãe do passarinho nunca lera o poeta, pois o que ela disse ao seu filho foi: Finalmente minhas orações foram respondidas. Você está seguro, pelo resto de sua vida. Nada há a temer. Não é preciso se preocupar. Acostuma-se. Cante bonito. Agora posso morrer em paz!

Do seu pequeno espaço ele olhava os outros passarinhos. Os bem-te-vis, atrás dos bichinhos; os sanhaços, entrando mamões adentro; os beija-flores, com seu mágico bater de asas; os urubus, nos seus vôos tranqüilos da fundura do céu; as rolinhas, arruinando, fazendo amor; as pombas, voando como flechas. Ah! Os prudentes conselhos maternos não o tranqüilizavam. Ele queria ser como os outros pássaros, livres... Ah! Se aquela maldita porta se abrisse.

Pois não é que, para surpresa sua, um dia o seu dono a esqueceu aberta? Ele poderia agora realizar todos os seus sonhos. Estava livre, livre, livre!

Saiu. Voou para o galho mais próximo. Olhou para baixo. Puxa! Como era alto. Sentiu um pouco de tontura. Estava acostumado com o chão da gaiola, bem pertinho. Teve medo de cair. Agachou-se no galho, para ter mais firmeza. Viu outra árvore mais distante. Teve vontade de ir até lá. Perguntou-se se suas asas agüentariam. Elas não estavam acostumadas. O melhor seria não abusar, logo no primeiro dia. Agarrou-se mais firmemente ainda. Neste momento um insetinho passou voando bem na frente do seu bico. Chegara a hora. Esticou o pescoço o mais que pôde, mas o insetinho não era bobo. Sumiu mostrando a língua.

- Ei, você! — era uma passarinha. — Vamos voar juntos até o quintal do vizinho. Há uma linda pimenteira, carregadinha de pimentas vermelhas. Deliciosas. Apenas é preciso prestar atenção no gato, que anda por lá... Só o nome gato lhe deu um arrepio. Disse para a passarinha que não gostava de pimentas. A passarinha procurou outro companheiro. Ele preferiu ficar com fome. Chegou o fim da tarde e, com ele a tristeza do crepúsculo. A noite se aproximava. Onde iria dormir? Lembrou-se do prego amigo, na parede da cozinha, onde a sua gaiola ficava dependurada. Teve saudades dele. Teria de dormir num galho de árvore, sem proteção. Gatos sobem em árvores? Eles enxergam no escuro? E era preciso não esquecer os gambás. E tinha de pensar nos meninos com seus estilingues, no dia seguinte.

Tremeu de medo. Nunca imaginara que a liberdade fosse tão complicada. Somente podem gozar a liberdade aqueles que têm coragem. Ele não tinha. Teve saudades da gaiola. Voltou. Felizmente a porta ainda estava aberta.

Neste momento chegou o dono. Vendo a porta aberta disse:

- Passarinho bobo. Não viu que a porta estava aberta. Deve estar meio cego. Pois passarinho de verdade não fica em gaiola. Gosta mesmo é de voar..."

Rubem Alves - 14/2/94.

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Extraído do livro Teologia do Cotidiano – Ed. Olho d’Água.






domingo, novembro 29, 2009

Regarding Henry - Uma Nova Chance

Regarding Henry. Este é o nome original do filme estrelado por Harrison Ford com direção de Mike Nicholls. A tradução para o português é “Uma segunda chance” e mostra a dramática história de um bem sucedido advogado que depois de um acidente perde completamente a memória e tem de começar sua vida novamente.

Henry Tuner descobre em seu passado uma vida familiar fracassada. Seu casamento era uma grande farsa. Seu relacionamento com sua filha era frio e distante. Ele descobre que o sucesso de sua profissional estava fundamentado na mentira e na falsidade. Também as amizades não passavam relações sociais vazias e sem lealdade.

Henry tem a oportunidade de recomeçar sua vida. Ele esteve à beira da morte, mas sobreviveu. Foi para ele como nascer de novo. Uma nova chance de valorizar mais as pessoas que as coisas, de amar, de fazer a coisa certa, sem se importar com o custo de suas atitudes que passaram a ser pautadas pela boa ética.

Há tanta gente vivendo da mesma forma como Henry vivia. Uma vida sem sentido. Vida familiar fracassada, vida profissional separada de comportamento ético limpo. Muitos sonham com uma possibilidade de começar novamente. A oportunidade de uma mudança existe, basta abrir os olhos e buscar uma nova vida dia após dia, minuto após minuto. Vida que se renova a cada momento.

Este filme influenciou na mudança da minha vida. A sua vida também pode ser mudada se quiser.

terça-feira, setembro 08, 2009

UM PASTOR CAINDO DO CÉU


É impossível esquecer o dia 22 de agosto de 2009. Foi o dia do casamento do Enir Junior (Paky) e Jaqueline e o dia do meu primeiro salto de pára-quedas. Este evento aconteceu na cidade de Barra do Garças - MT e marcou de maneira especial a minha vida.

Alguns meses antes do casamento fiquei sabendo que a cerimônia seria numa praia e que alguns convidados chegariam de pára-quedas. O noivo me disse que seria maravilhoso se o pastor pudesse chegar daquela maneira também. Eu aceitei aquele desafio e assim se fez. Eu não sabia que estaria participando de tão grande emoção que marcaria tanto a minha vida. Na verdade eu nem estava pensando nas conseqüências, que foram absolutamente positivas. 

Chegou o dia do casamento e tudo aconteceu como foi preparado. A noiva chegou de barco e os  outros participantes: o pai da noiva, o noivo e o pastor literalmente caíram do céu para a cerimônia.

É importante registrar que foi uma experiência maravilhosa e inesquecível. Saltar de pára-quedas é como visitar outro mundo, onde as forças da natureza imperam absolutas. É um momento de total comunhão com as forças do criador. É um contato especial com Deus. As imagens estão registradas e marcadas para sempre na minha memória e a emoção que senti é indescritível.

Na saída do avião, não me esqueço da visão da aeronave partindo em contraste com o céu azul daquela tarde quente e ensolarada de Mato Grosso. Foram poucos segundos de queda livre, visto que houve um erro no ponto de saída. Na descida é possível contemplar a beleza das montanhas, dos rios e das belas praias da região. No pouso a tranqüilidade e a certeza de que havíamos chegado em segurança.

Imediatamente depois do salto veio a cerimônia do casamento. Agradeço a Deus pela orientação na condução, mesmo depois de tanta adrenalina. A experiência continuou a ser “degustada e digerida” por vários dias depois. Agradeço pela vida do Neto, que soube nos conduzir com sabedoria e tranqüilidade, mostrando o seu valor com um dos melhores instrutores do Brasil.

De agora em diante desejo participar de outros vôos e voltar a visitar novamente aquele mundo especial da natureza que Deus criou.

sábado, julho 04, 2009

Pescadores em Corumbá IV

Grande companheiro de pescaria, Marcos.

Pescaria de Tucunaré

Vale a pena esse contato com a natureza. Melhor ainda é capturar esse lindo peixe, que é o Tucunaré. Detalhe do céu completamente azul. Que maravilha! Temos de aprender a valorizar o nosso país e preservar a natureza que Deus criou.

Pescaria no Corumbá

Vou postar aqui algumas fotos da pescaria na barragem do Corumbá. Foi muito bom estar nesse lugar maravilhoso e compartilhar momentos especiais pescando o Tucunaré. A água estava tão limpa que foi possível acompanhar a ação do peixe atacando a isca artificial. Tenho de registrar que o peixe foi fiscado usando o equipamento do Marcos.

terça-feira, fevereiro 17, 2009

VIDA CAMINHO - GRUPO CÁLICE

Grupo Cálice
Johnny, João Marcus, Paulão, Beto e Juarez
Letra da música - Vida Caminho.
Vida Sofrida e sem razão.
Triste caminho em solidão.
Busca sentido, solução,
Trauma, angústia, depressão.
Só Deus pode curar sua alma,
e lhe dar razão prá viver e lutar,
nunca tente enterrar, sufocar, suas emoções,
entregue a quem tem, Ele tem a solução!
Há um caminho a percorrer,
junto a Deus pode obter
Vida, amor, restauração,
Vida repleta, Salvação.

GRUPO CÁLICE

Grupo Cálice
"Então, tomei o cálice da mão do Senhor e fiz que bebessem todas as nações, as quais o Senhor me enviou." Jeremias 25:17.
Esse grupo musical serviu com um grande instrumento da proclamação da mensagem do Evangelho através da música e da pregação da Palavra. O alvo era anunciar onde os outros grupos não iam. Conseguimos levar a mensagem a várias pessoas. Isto aconteceu, "apesar de nós".
O grupo existiu de junho de 1993 a 2005, com várias formações. A primeira era: João Marcus (Guitarra), Beto (Bateria), Paulão(Vocal), Juarez (Baixo) e Johnny (teclado). Depois: João Marcus (Guitarra), Flexa (Bateria), Paulão e Sureila(Vocal), Juarez(Baixo) e Johnny(teclado). Finalmente, tivemos um momento muito triste na morte do Paulão, quando ele estava uma temporada fora do grupo. Houve a volta do Beto (bateria e vocal) e a saída do Flexa.
Se não conseguimos atingir nosso alvo, pelo menos fomos ministros das bençãos de Deus na vida uns dos outros.
"Tu, Senhor, és a porção da minha herança e do meu cálice." Salmo 16:5.

sexta-feira, fevereiro 06, 2009

FÉRIAS 2008/2009

Publicamos algumas fotos da nossa viagem de férias. Passamos o natal e o ano novo no Sítio Coqueiros do Atlântico - Cabrália - Bahia. Depois fomos pelo litoral até Canavieiras, Ilheus e Itacaré. Foram momentos inesquecíveis, que certamente estarão sempre em nossa memória.

ITACARÉ - BAHIA

Depois de uma boa caminhada na mata atlântica chegamos até o mirante da prainha. É um dos lugares mais bonitos que já vimos.

TESOURO EM VASOS DE BARRO

"Porque Deus, que disse: Das trevas brilhará a luz, é quem brilhou em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus na face de Cristo. Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não da nossa parte" (2Co 4:7,8).

VOLEY DE PRAIA NA PRAIA MESMO!

Uma disputa do torneio internacional de voley de praia na praia dos golfinhos.

Um + Um + Um + Um = Quatro

Quatro cachorros, dois barcos, as ondas, o mar, uma praia ...... Impressionante!

Nascer do Sol na Praia

É muito bonito ver o sol nacer no mar.
"As misericóridias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórias não tem fim; renovam-se a cada manhã, Grande é a tua fidelidade (Lamentações 3:22,23).

sexta-feira, agosto 29, 2008

PRAIA DA PONTA DAS CANAS

A praia de Ponta das Canas é um lugar bem agradável e tranquilo. Muito bonita. Valeu a pena conhecer.

PRAIA DOS INGLESES

Esta é uma vista da praia dos ingleses da sacada do nosso quarto no Hotel Praiatur. Por favor não fiquem com inveja!

LAGOA DA CONCEIÇÃO II

Uma só fotografia não consegue capturar toda a beleza do lugar. Com certeza, é um local de contemplação da natureza que Deus criou.

LAGOA DA CONCEIÇÃO

Esse é um local muito bonito na ilha. É o mirante da lagoa da conceição. Aqui pertinho mora o tenista Gustavo Kuerten.

PRAIA DA JOAQUINA

Essa é a praia mais famosa da ilha. Isso é por causa do surfistas, pois aí são realizados campeonatos nacionais e mundiais de surf. Vale a pena conhecer, mas cuidado com as ondas e a temperatura da água que é "mais que fria".